Decreto-Lei n.º 125/2025
A transposição da Diretiva NIS2 reforça as responsabilidades dos órgãos de gestão na aprovação e supervisão das medidas de cibersegurança.
Diretiva NIS2 · Decreto-Lei n.º 125/2025
Governe o risco digital com confiança e responsabilidade.
A transposição da Diretiva NIS2 reforça as responsabilidades dos órgãos de gestão na aprovação e supervisão das medidas de cibersegurança.
Diretiva NIS2 · Decreto-Lei n.º 125/2025
custo médio global de uma violação de dados, um máximo histórico.
IBM, 2024
incidentes de cibersegurança reportados em Portugal num ano, com incidência em infraestruturas críticas.
CNCS, 2024

Líderes responsáveis pela estratégia que procuram assumir com confiança o seu papel na governação da cibersegurança.

Responsáveis que pretendem avaliar o risco cibernético através de métricas comparáveis às restantes categorias de risco e sustentar decisões de investimento.

Líderes que conhecem o impacto de uma paragem e procuram preparar a resposta antes de ocorrer um incidente.

Profissionais que procuram integrar a segurança na arquitetura do negócio desde o início da transformação.

Decisores com responsabilidades de supervisão que precisam de compreender o impacto estratégico e regulatório da cibersegurança no seu setor.

Perfis que procuram complementar uma base técnica com uma visão estratégica, regulatória e orientada para a gestão.
Integre a cibersegurança na agenda da gestão, com modelos de decisão, delegação e supervisão alinhados com o novo enquadramento regulatório.
Identifique, avalie e priorize riscos de cibersegurança através de linguagem e métricas relevantes para os órgãos de gestão.
Compreenda as obrigações do Decreto-Lei n.º 125/2025 e da Diretiva NIS2 e reforce a capacidade de supervisão e resposta.
Prepare-se para coordenar equipas internas, reguladores e stakeholders e tomar decisões em contexto de ciberincidente.
Mobilize as equipas para comportamentos mais seguros e acompanhe a exposição da organização a ameaças emergentes.
António Gameiro Marques e Nuno Medeiros combinam experiência em segurança nacional, setor energético e iniciativas europeias de cibersegurança.
CISOs e especialistas em ciberdefesa, regulação, cibercrime, privacidade e gestão de crise trazem para a sala decisões e desafios da sua atividade profissional.
Um Table Top Exercise coloca os participantes perante um ciberincidente em evolução, exigindo decisão, coordenação e comunicação sob pressão.
Conteúdos alinhados com o Decreto-Lei n.º 125/2025, a Diretiva NIS2 e as orientações do Centro Nacional de Cibersegurança.
Visão mais estratégica da cibersegurança e do seu impacto no negócio.
Maior domínio das responsabilidades de gestão previstas na Diretiva NIS2 e no Decreto-Lei n.º 125/2025.
Maior confiança na tomada de decisões sobre risco e investimento em cibersegurança.
Liderança mais eficaz da resposta a ciberincidentes e da comunicação em situações de crise.
Maior capacidade para antecipar ameaças e promover uma cultura de cibersegurança.
Governação da cibersegurança mais robusta, com responsabilidades, processos de supervisão e reporte claros.
Menor exposição a riscos operacionais e regulatórios.
Maior resiliência e continuidade do negócio perante ciberincidentes.
Resposta a crises mais rápida, coordenada e eficaz.
Maior proteção da reputação e dos resultados da organização.
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Estabeleça uma linguagem comum sobre cibersegurança e compreenda o ecossistema de ameaças, atores e modelos de defesa relevantes para decisores.
2 horas · Isabel Baptista
Analise o ciberespaço como domínio estratégico e os atores e tipologias de ataque com motivação geopolítica relevantes para Portugal e para a Europa.
2 horas · Hélder Fialho Jesus
Compreenda a Estratégia Nacional de Cibersegurança e o papel da liderança na definição e execução de uma estratégia alinhada com o quadro regulatório.
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4 horas · Nuno Medeiros
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4 horas · António Gameiro Marques, José Vale Matos e Nuno Medeiros
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Executivos de grandes empresas, especialistas das Forças Armadas e profissionais ligados à regulação partilham casos, práticas e decisões da sua atividade.
Explore casos nacionais e internacionais para compreender os erros cometidos, as decisões tomadas e as principais aprendizagens para a governação.
Partilhe experiências, confronte práticas e discuta diferentes perspetivas sobre os desafios da governação da cibersegurança.

Licenciado em Ciências Militares Navais, Classe de Marinha. Possui o Mestrado em Electrical and Computer Engineering que frequentou na Naval Postgraduate School em Monterey na Califórnia, EUA. Desde 1 de setembro de 2016 é o Diretor-Geral do Gabinete Nacional de Segurança, sendo, por inerência, a Autoridade Nacional de Segurança. O Centro Nacional de Cibersegurança encontra-se […]

Helder Fialho de Jesus é um investigador associado e docente no Instituto Universitário Militar (IUM), em Lisboa. Conta com mais de trinta anos de experiência nas Forças Armadas, tendo servido embarcado em várias classes de navios. É especializado em Comunicações e Guerra Electrónica, tem uma Pós-graduação em Sistemas de Informação, completou o curso Leadership in […]

Integra o Centro Nacional de Cibersegurança desde 2014 e atualmente é coordenadora do departamento de desenvolvimento e inovação, onde tem a responsabilidade das áreas de Formação, Sensibilização e Treino, Comunicação e Imagem, Cooperação nacional e internacional, e Inovação e Estratégia. É a representante (alternate) no Management Board e é Nacional Liason Officer da ENISA (Agência […]

José Vale Matos tem mais de dez anos de experiência como consultor nos domínios da gestão da crise, continuidade do negócio e resiliência organizacional, atuando também como perito nacional nesses domínios no âmbito da ISO. É ainda coach executivo certificado e Managing Partner da Made2Coach Consulting, Lda. Anteriormente, prestou serviço ativo como oficial da Marinha […]

Professor Catedrático do Departamento de Informática da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto (FCUP). Representante português no Comité de Políticas da Economia Digital da OCDE. Diretor do Centro de Competências em Cibersegurança e Privacidade da Universidade do Porto. A sua investigação centra-se na segurança informática, na privacidade e na proteção de dados, áreas fundamentais […]

Cybersecurity manager na MC Sonae desde setembro de 2020, com responsabilidades na empresa sobre: a estratégia de cibersegurança e supervisão das iniciativas, implementação do programa de gestão de risco cyber, liderança da resposta a incidentes e crises, sensibilização e formação em cibersegurança. Anteriormente coordenador do Núcleo de Segurança Informática da U.PORTO durante 5 anos, incluindo […]

Nuno Medeiros é um executivo em cibersegurança e especialista em infraestruturas críticas, com ampla experiência em telecomunicações, transformação digital e ciber resiliência. As suas áreas de expertise incluem governação de cibersegurança, gestão de risco, integração IT/OT, resiliência operacional e a proteção de ambientes mission-critical. É Diretor do programa Cybersecurity for Executives na Porto Business School, […]

Com uma experiência de cerca de 25 anos no mundo das tecnologias de informação, iniciou a carreira como administrador de sistemas na EDP Distribuição, tendo posteriormente transitado para a EDINFOR onde participou em diversos projetos internacionais de desenvolvimento de soluções como analista, programador e formador. Mais tarde assumiu funções de gestão de projeto tendo abraçado […]

Rogério Bravo é Coordenador de Investigação Criminal de Polícia Judiciária. Atualmente presta assessoria à Direção da Unidade Nacional de Combate ao Cibercrime e Criminalidade Tecnológica (UNC3T) da Polícia Judiciária e à Direção Nacional, depois de ter Chefiado por largos anos a Secção Central de Investigação de Criminalidade Informática e Tecnológica e a Secção Central de […]

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